As letras andam por aí à solta, é só olhar para um lado ou para o outro e é vê-las a passar, basta estar atento, basta abrir os olhos, despertar os sentidos e elas entram-nos pelo sistema dentro e tomam conta de nós como algo que preenche o vazio de uma tela dando-lhe cores e nuances que transformam o branco original sem nunca o apagar, dando-lhe antes a importância de uma matriz renascida sob a tela de uma nova natureza que nos protege e aquece por dentro como uma canja em cama de engripado.
Têm tantas faces como as vidas da natureza, ora são les belles lettres como les belles infidèles e podem ser o que delas fizermos, mas nunca deixam de ser belas e magnéticas como só as maiores paixões e nunca se esgotam como os grandes amores…
LER…
Alguns textos fundamentais sobre a Beat Generation
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